("Homenagem ao Acto de que Ninguém pode Prescindir" ou "Uma Merda de Poema")
Um vasto vazio preenche agora
Meu ser povoado de branco,
As horas passam sem demora
Pregando-me a este gasto e sujo banco.
Tripas revoltam-se ferozmente
Emitindo timbres agonizantes…
Do outro lado oiço: “Urgente!”,
Entre ligeiros gemidos, impacientes.
Tento erguer-me deste sentir,
Mal-estar distintamente causado
Por manchas de negro reluzir,
Expelidas, de meu rabo sentado...
“Já saio.”